Não sei onde o ganhei. Num filme não foi, num sonho, não sei. Só sei que nunca o deixei mostrar o fim.
No escuro desaparecer do dia, quis deixar.
No escuro desaparecido dia, deixei.
Mete medo, o medo que metes
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
5 segundos.....
Que esta sede sempre te acompanhe neste dia.
Reflecte
Reflecte
Mas que esta não
se torne um vício, mas sim um som que ouço,agora,
que paro e que penso, que esta hora
nos proporciona maravilhas como exemplo
maravilhas como este momento.
se torne um vício, mas sim um som que ouço,agora,
que paro e que penso, que esta hora
nos proporciona maravilhas como exemplo
maravilhas como este momento.
Este dia...
Puto tripa-te
Curto esta
Vida
Carpe Diem para mim e para os outros
5.1.1 - Homem orgulhoso?: sim
Puto tripa-te
Curto esta
Vida
Um amigo-sujeito
Com homem no peito
Orgulhou-me para sempre
Calças, a gente
Orgulhou-me para sempre
Calças, a gente
Carpe Diem para mim e para os outros
5.1.1 - Homem orgulhoso?: sim
domingo, 21 de outubro de 2007
Provavelmente
Não venho aqui para escrever. Para descrever, para construir pessoas. Para esconder nomes
Não venho pelas musicas que disse gostar, pelas músicas que me fazem inspirar. Pelo ar frio que caminho, pelas ruas desertas em que me visito. Não venho aqui, vou ali e mais longe. Vou ao reflexo, vou ao chão repleto, vou à melodia antiga, à música sem vida. Não vou onde estou. Afinal. Continuo a estar. Vou pelo que disse amar, o que disse não tolerar, o que disse imaginar, o ar morto da imagem complementar. Estou. Na sala, no quadro distante, no mundo, mais fundo. Eu salto. Acima, abaixo. Estive, estou, não sei se estarei, a encontrar fundos para me emoldurar. Para me lembrar. Do vago olhar. Do inexplicável ondular. De alguém a inventar. Palavras para nunca sussurrar.
Não venho aqui responder.
Não venho aqui para escrever. Venho aqui encostar a cor do perecer.
Não venho pelas musicas que disse gostar, pelas músicas que me fazem inspirar. Pelo ar frio que caminho, pelas ruas desertas em que me visito. Não venho aqui, vou ali e mais longe. Vou ao reflexo, vou ao chão repleto, vou à melodia antiga, à música sem vida. Não vou onde estou. Afinal. Continuo a estar. Vou pelo que disse amar, o que disse não tolerar, o que disse imaginar, o ar morto da imagem complementar. Estou. Na sala, no quadro distante, no mundo, mais fundo. Eu salto. Acima, abaixo. Estive, estou, não sei se estarei, a encontrar fundos para me emoldurar. Para me lembrar. Do vago olhar. Do inexplicável ondular. De alguém a inventar. Palavras para nunca sussurrar.
Não venho aqui responder.
Não venho aqui para escrever. Venho aqui encostar a cor do perecer.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
"Ele deu-me a ideia, eu como pessoa criei-a."

Eu gosto de saber que o fim é o principio
De sinceras palavras desce o pano
De almas jogadas nasce o infinito.
- Fernando Pessoa, 18-9-1933
("Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.")
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Marco um amanhã que me consiga encontrar (i'll be outside in the garden...)

That keep knocking on my door
I´m sure there´s something over there
Growing darker appetites
This wind, temptation
It just went crawling over there.
It was too much, I had to share
This sweet temptation
But this time
I´ll just do what it tells me to.
Nas horas certas, sinto-lhe ainda o aperto das velhas pernas. No trapo da idade, ouço cordas conhecidas gritar, olhos escuros brilhar. Passos acelerados dançando com vozes calmas, em mundos extremamente filtrados. No seu desgostar, degusto a violenta velocidade perfilando caminhos. Lares conhecidos violados por bruscas explosões educadas.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Here comes emptiness crashing in
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