terça-feira, 13 de outubro de 2009

Step one, you start running. There is no step two














As the piano key stroked, imagination floated.

May I say, with words I wouldn´t unveil:

Life
Started
Dancing

somewhere beneath this veins.






quinta-feira, 24 de setembro de 2009

House of the Rising Sun






Because of the edged moon
I dazzled into that room
Hide and seek bloom
I must go, boom.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O céu é um lugar na terra






3, 2, 3

Macaco do chinês

Vou para trás, eu vou para trás eu

3, 2, 3 

Vou para trás, vou para trás

Eu não sei, não em nome de quem vou, não vou eu 

Não sei, não em nome de quem, eu sei e vou.

Queimar tempo não cai bem, queimar tempo não cai nada, 

Queimar tempo, mais tempo.

Eu não vou, não, em nome de quem eu sei.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Imagination will kill, but imagination stand still.

Have seen this before. Somebody opened the door. 














segunda-feira, 18 de maio de 2009

sábado, 9 de maio de 2009

What lies in the shadow of the statue?



Hoje troveja em Lisboa. Um trovejar sadio.


terça-feira, 28 de abril de 2009

Landru sou eu és tu


À volta das voltas dadas o ruído nublado.
Recordo as chagas que calo assim que caio de volta para o ralo.
Monumento presente em todo o momento és, na verdade, meu tormento.
Tudo o que é meu e teu é éter, inebriante intoxicante, o viciante nada exclamante na soma dos meus dias.

Sou "eu" quem vos fala e "eu" está bem.

Quem sabe, chegou.

sexta-feira, 6 de março de 2009

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Frank ou Moraes



Samba para Vinícius

Poeta, meu poeta, camarada,
Poeta da pesada, do pagode e do perdão
Perdoa essa canção improvisada, em tua inspiração
De todo o coração
Da moça e do violão do fundo.

Poeta, poetinha, vagabundo
Virado vira mudo, vira e mexe paga e vê
Que a vida não gosta de esperar
A vida é para valer a vida é para levar
Vinícius, velho saravá

Poeta, meu poeta camarada
Se todos fossem iguais a você.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Do outro lado do mundo estou. Deixei-me ficar aí.



Strangers in the night exchanging glances
Wondering in the night
What were the chances we would be sharing love
Before the night was through.

Something in your eyes was so inviting,
Something in you smile was so exciting,
Something in my heart told me I must have you.


Strangers in the night, two lonely people
We were strangers in the night
Up to the moment
When we said our first hello.
Little did we know
Love was just a glance away,
A warm embracing dance away and

Ever since that night we´ve been together
Lovers at first sight
It turned out so right,
For strangers in the night

terça-feira, 30 de setembro de 2008

No raiar do dia surge o que eu aprendi de noite.










Desencontros alinhados, atarantados à Tarantino
A noite do encontro não passa de um destino foragido
A busca perdida pelo eterno e consumado inimigo
Por quem olha pela janela e encontra o seu abrigo.

Non-sense e senso a mais, é o que ocupa a quem lá chega
Chegado lá, não se sabe onde está
Mapas e rabiscos saiem do artifício
Tudo é sacrifício para quem entende o que eu digo


Das palavras espero pouco. não lhe toquei no rosto







Foto: Ana Red

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

God put a smile upon your face


Um espaço vazio.

Reservado a folhas que me fugiram da mão. 
Aquelas que tocaram mesmo no sítio onde guardo a emoção.

Voaram, como eu voei
Escaparam, como eu escapei

Assim, vi. Agora, calei.

 

domingo, 17 de agosto de 2008

The bright side






A smile across the ocean blue.
Another sun or you



quarta-feira, 30 de julho de 2008

Continuação


Passado - Presente - Futuro

Separadas estiveram, estão, estarão.
As almas foram, são, serão.
Vivendo. Morreram, morrem, morrerão.

Magnitudes de ópticas iludem a visão.

Quem sou eu, e porque ainda estou aqui?
Quem és tu e porque é que ainda não te vi?

Brincadeiras perigosas ocupam o cenário. Há falta de acção...
Aconchegados, brincamos, criamos, até porque deitados acordamos.
Apostamos. Desafiamos. Irritamos. Argumentamos. Temos os mundo à nossa disposição.

Mas nada disto chega ao chão, já que estamos em palcos estragados, fora desta dimensão.

Continuemos.

Embalemos então. Não nos estraguemos. Não.
Não até chegar o dia em que sejamos maiores do que sombras,
e que essas sombras pesem, graciosamente caminhando para o fim da actuação.

Segundo acto








Separadas as almas foram.
Porque vivendo morrerão.

FIM


segunda-feira, 7 de julho de 2008

Perco-me em avenidas encontro-me em vielas.




As portas abrem ao estilo de janelas.

Entram caras cintilantes, de gente estonteante, personalizada e indubitavelmente única.
Cores, credos, raças e sotaques enlaçam-se numa grande caixa
Que desliza no mesmo caminho de todos os dias, de rastos cansados de serem pisados,
Somente sustentados por novas aparições, por novas ilusões.
Entrando assim, num reino que não é meu, num reino por eles habitado,
Despejo a casca e a velha pele, para ser mais que parte da amálgama,
Ser somente a minha alma.

A carga pronta metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
Para outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás

Um pouco de fé





quinta-feira, 19 de junho de 2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Actos Voluntários, Involuntários e Reflexos

So, so you think you can tell

Heaven for Hell
Blue sky from rain


Can you tell a green field from a cold steel rail?


A smile from a veil?

Do you think you can tell?


Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?

And did you exchange

a walk on part in the war for a lead role in a cage?

We're just two lost souls swimming in a fish bowl,

year after year,

Running over the same old ground.

What have you found?

The same old fears.


(Foto: Ricardo Costa)

domingo, 1 de junho de 2008